sexta-feira, 20 de abril de 2018

Marca 3 - O Evangelho

Notícias são um bom negócio nesses dias. Os sociólogos têm apelidado a poderosa elite emergente de “a classe da informação”, porque a informação é, aparentemente, uma mercadoria muito valiosa. E esta mercadoria é mais difundida agora do que jamais o foi. As notícias são apresentadas pelas redes de televisão (por radiodifusão ou cabo), durante vinte e quatro horas; pelos periódicos dedicados a notícias e pelos quase 12.000 jornais, isso sem falar na internet, que nestes dias permite que milhões de pessoas saibam de um fato antes que os principais jornais ou redes de televisão o noticiem em primeira mão.
As notícias parecem vitais, não somente para aqueles que obtêm delas o seu salário, mas também para aqueles que passam sua vida consumindo-as. Nas notícias, aprendemos a respeito de tudo, desde eleições presidenciais a fechamento de indústrias; desde catástrofes recentes a tendências importantes. Algumas pessoas são tão dependentes de notícias que nos perguntamos se elas sobreviveriam sem notícias. Quantas pessoas que condenaram os escândalos políticos recentes teriam deixado seus televisores ligados o dia inteiro, se pudessem ter feito isso?
Talvez você pense que, ao dirigir-se à igreja, no domingo pela manhã, em vez de ficar em casa, assistindo à televisão, decidiu lidar com sua alma, e não com o noticiário. Mas o cristianismo tem a ver com notícia. Na verdade, o cristianismo é boa nova — as melhores boas novas que o mundo já ouviu.
Aula 9 - As boas novas não são apenas que tudo está bem conosco