Notícias são um bom negócio nesses dias. Os sociólogos têm
apelidado a poderosa elite emergente de “a classe da informação”, porque a
informação é, aparentemente, uma mercadoria muito valiosa. E esta mercadoria é
mais difundida agora do que jamais o foi. As notícias são apresentadas pelas
redes de televisão (por radiodifusão ou cabo), durante vinte e quatro horas;
pelos periódicos dedicados a notícias e pelos quase 12.000 jornais, isso sem
falar na internet, que nestes dias permite que milhões de pessoas saibam de um
fato antes que os principais jornais ou redes de televisão o noticiem em
primeira mão.
As notícias parecem vitais, não somente para aqueles que
obtêm delas o seu salário, mas também para aqueles que passam sua vida
consumindo-as. Nas notícias, aprendemos a respeito de tudo, desde eleições
presidenciais a fechamento de indústrias; desde catástrofes recentes a
tendências importantes. Algumas pessoas são tão dependentes de notícias que nos
perguntamos se elas sobreviveriam sem notícias. Quantas pessoas que condenaram os
escândalos políticos recentes teriam deixado seus televisores ligados o dia
inteiro, se pudessem ter feito isso?
Talvez você pense que, ao
dirigir-se à igreja, no domingo pela manhã, em vez de ficar em casa, assistindo
à televisão, decidiu lidar com sua alma, e não com o noticiário. Mas o
cristianismo tem a ver com notícia. Na verdade, o cristianismo é boa nova — as
melhores boas novas que o mundo já ouviu.
Aula 9 - As boas novas não são apenas que tudo está bem conosco
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